Eu sou o homem.
Tudo começou com a minha queda. A minha sede por me tornar independente me levou de um estado totalmente maravilhoso para um totalmente deplorável. Estado maravilhoso que pode ser descrito como de comunhão perfeita com Deus e sua criação, estado de santo. Estado deplorável que pode ser descrito como longe do Pai, estado de pecador. A decadência moral e espiritual me atingiu fortemente. Agora, em vez de ser influenciado por coisas boas e santas, tenho que conviver com roubo, morte e destruição. Só consegui perceber o verdadeiro valor do que eu tinha quando o perdi, e aí já era tarde demais, ou não. Mas como assim "ou não"? Com as mesmas palavras que o rei Davi descreveu a onisciência e onipresença de Deus eu descrevo o tamanho do seu amor e o seu plano magistral de salvação para a minha vida: "Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado demais para que eu possa alcançá-lo.[1]".
Agora, mesmo tendo sido alcançado pelo pecado e ainda vivendo em um mundo cheio de pecados, eu me alegro, pois o Filho do Homem me libertou. O Filho do Homem me libertou, verdadeiramente, verdadeiramente. Posso erguer minhas mãos ao céu, Levantar a minha voz e adorar, Levantar a minha voz e exaltar, Levantar a minha voz só pra dizer: Livre eu sou[2].
"Se pois o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres[3]".
Eu sou o homem, eu sou livre.
[1] Salmos 139:6
[2] Parte da letra da música O Filho do Homem - Gilmar Britto
[3] João 8:36
[3] João 8:36